Shiva – Velho Amigo dos Iogues e dos Homens; Ministério da Alma)

De: IPPB – Inst. Pesq. Projeciológicas e Bioenergéticas <news>
Data: 15 de junho de 2011 18:16
Assunto: <ippb> Texto 1101 (Shiva – Velho Amigo dos Iogues e dos Homens; Ministério da Alma)
Para: IPPB-YahooGrupos <ippb>, IPPB-GAE <IPPB-GE>, Voadores <voadores>

SHIVA – VELHO AMIGO DOS IOGUES E DOS HOMENS

Shiva (1), Velho Amigo.
Nas asas da intuição, eu ouço o Seu chamado secreto ecoando pelas dobras sutis do meu Ser. Como sempre, o meu coração se derrete de Amor no Seu abraço espiritual.
No silêncio interplanos, que só o espírito conhece, mais uma vez os sentimentos sublimes me inundam e transformam os meus olhos em cascatas.
Na “cheia de amor do coração”, eu choro, abismado diante da magnitude espiritual que vislumbro parcialmente e que me toca perenemente.
Sabe, Você chega, e eu viro criança. Não sei o que fazer; só sinto o arrebatamento de todo meu Ser em Suas mãos.
Sinto que o meu quarto vira universo…
Sinto os corações de todos os homens em meu próprio coração, e tudo dentro do Seu coração cósmico. Sinto o Seu sorriso interpenetrando todos os seres e planos…
Ah, quantas bênçãos viajam secretamente em Seu nome…
Como essa energia suave, que sobe do meu coração até o centro da testa e enche minha tela mental interna de luz carinhosa, por obra e graça de Sua compaixão, Velho Amigo.
Sabe?… Paramahamsa Ramakrishna (2) estava certo, quando dizia que, mais do que Senhor dos iogues, Você é o Amor que viaja no prana (3).
Sim, ele estava certo: mais do que a disciplina espiritual, Você preza mais o Amor e a consciência nas atitudes.
O Seu Yoga (4) é a inspiração e a expiração da Luz entre os seres; é o Seu amor pulsando nos chacras (5) e irradiando bênçãos para todos.
Mergulhado na serenidade do Seu toque espiritual, ouso chamá-Lo de Velho Amigo, pois reconheço Suas energias… Desde a antiga Índia, berço sagrado dos rishis (6), de Rama, de Krishna, de Aghastyar e de Babaji.
Sim, reconheço este toque de Moksha (7) e de Ananda (8)… Como também percebo, agora, o motivo do meu quarto virar universo.
Ah, Velho Amigo! Não sei se aguento o tranco de tanto Amor descendo aqui, não…
Tomara que tudo isso se propague a favor de todos os seres.
Sim, tomara que isso se transforme numa chuva de amor nos corações ressequidos de dor, por todos os lugares…
Shiva, Mahadeva, Shankara, Shambo, Rudra, Isha, Nataraja, Tandava… Ah, Senhor dos iogues, são muitos os nomes pelos quais os homens O chamam; mas, aqui e agora, só consigo chamá-Lo de Velho Amigo.
É que, quando o coração se derrete de Amor, desaparecem as convenções, e tudo fica muito simples e brilhando na mesma Luz.
Neste momento, não me sinto apenas como um homem, mas, como o Espírito Eterno, centelha vital do Seu Coração Espiritual.
Vim de outros planos e estou aqui por algum tempo, pelos Seus desígnios.
Ao final desta vida passageira, no instante em que Você determinar, continuarei a viagem, por aí… Sempre vivo!
Velho Amigo, seja agora, e por onde eu for, ou com quem for… Sempre deslizarei pelas esteiras de Sua Consciência Cósmica.
Aqui e agora, curvo minha cabeça a Você, Shiva, Velho Amigo; e também à Mãe Parvati (9), Seu Grande Amor; e aos seus filhos, Ganesha e Kartikeya, guerreiros e protetores dos trabalhadores espirituais, de todas as linhas e lugares.
Senhor dos iogues, mais uma vez, muito obrigado, por tudo.

P.S.:
Novos textos virão, com certeza!
Que a Sua luz e o Seu amor estejam neles.
Até o coração dos leitores, por aí…

Om Namah Shivaya (10).

– Wagner Borges – mestre de nada e discípulo de coisa alguma.
São Paulo, 10 de junho de 2011.

– Notas
1. Shiva – na cosmogonia hinduísta, o Divino é representado por três aspectos fenomênicos: Brahma – O Criador; Vishnu – O Preservador; e Shiva – O Transformador.
Shiva é o senhor de todas as transmutações na natureza, é o senhor das energias e de todo movimento vital. Em muitas representações simbólicas, Ele é representado como o “Nataraja”, O Dançarino Divino que faz o universo vibrar e girar em sua eterna dança cósmica (que dilui as brumas da ilusão e faz ver o real). Por isso, algumas imagens O mostram dançando dentro de uma roda (o universo).
2. Paramahamsa Ramakrishna: mestre iogue que viveu na Índia do século XIX e que é considerado até hoje um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século XX se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.
3. Prana – do sânscrito – sopro vital; força vital; energia.
4. Yoga – do sânscrito – união (cujo objetivo final é o samadhi, o estado de expansão da consciência ou consciência cósmica).
5. Chacras – do sânscrito – são os centros de força situados no corpo energético e têm como função principal a absorção de energia – prana, chi -, do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
Os principais chacras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico.
6. Rishis – do sânscrito – sábios espirituais; mestres da velha Índia; mentores dos Upanishads.
7. Moksha – do sânscrito – libertação.
8. Ananda – do sânscrito – bem-aventurança espiritual; êxtase espiritual.
9. Parvati – do sânscrito – esposa de Shiva; consorte divina e Senhora das energias, da alegria, e da cura; no contexto hinduísta é um dos aspectos fenomênicos da Mãe Divina.
10. Om Namah Shivaya – do sânscrito – é um dos mantras evocativos de Shiva e Seu Poder de Transmutação. Para melhor compreensão sobre isso, ver o texto “Shiva – O Mahadeva”, postado no site do IPPB, no seguinte endereço específico: http://www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=4681
Inclusive, nas notas desse texto está postada uma coletânea de textos relativos a Shiva, postados antes como textos periódicos do site ao longo dos anos – www.ippb.org.br
Obs.: enquanto eu passava essas linhas a limpo, lembrei-me de outro texto, onde eu também falo do Yoga, mas sob outro prisma. Então, posto o mesmo na sequência.

O YOGA DE JESUS

Existe um Yoga (1) de Jesus.
É o “Amai-vos uns aos outros”.
Colocado em prática, abre o chacra cardíaco (2). Então, surge uma vontade de compartilhar o Amor.
Uma cascata de luz ascende do peito ao topo da cabeça.
Por ela correm para o alto as cores de Sila (3): rosa-amor, amarelo-consciência e azul-paz.
Possuído pelo amor, Jesus revelou um segredo:
“Na Casa do Pai há muitas moradas!”
Uma delas é o coração espiritual; a outra é o topo da cabeça.
Projetando as cores virtuosas entre essas duas moradas, faz-se a União… E, aí, o iogue de Jesus respira o prana (4) e acha o Amor.
Sabe que “não cai um fio de cabelo que o Pai não saiba”, pois o TODO está em tudo!
Sabe que o Invisível é a base de todo visível, e que o silêncio porta um som que os ouvidos não escutam.
Sabe que o ódio rouba o brilho de seu coração, por isso combate tenazmente a negatividade em sua mente.
Aprendeu com Jesus que o amor é o grande lance. Vive por esse amor que não é da Terra, mas compartilha-o com os irmãos terrestres.
Quando é cercado pelas dificuldades ou pelas trevas, ele sempre se lembra do sorriso de Jesus e sorri também.
Basta lembrar-se do olhar meigo do Rabi (5) para que os seus próprios olhos brilhem com amor.
O iogue de Jesus não segue doutrina alguma da Terra, só segue o Amor…

Paz e Luz.

(Esses escritos são dedicados a dois grandes iogues de Jesus: o mentor espiritual Bezerra de Menezes, e o mestre da Kriya-Yoga Babaji)

– Wagner Borges –
São Paulo, 17 de maio de 2002.

– Notas:
1. Yoga – do sânscrito – união.
2. Chacra Cardíaco – é o centro de força responsável pela energização do sistema cardiorrespiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. Por isso é o chacra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual. Está ligado à glândula timo. O seu nome em sânscrito é “Anahata”, o inviolável, o invicto, o som sutil do espírito imperecível.
3. Sila – do sânscrito – virtudes. Pronuncia-se: “Sheela”.
4. Prana – do sânscrito – sopro vital; força vital; energia.
5. Rabi – mestre.

MINISTÉRIO DA ALMA

A vida, sua sábia companheira em todas as dimensões, sugere, através da voz da experiência, que você promova uma reforma no ministério da sua alma:
No ministério da Sabedoria: Sai a ignorância e entra a inteligência.
No ministério do Amor: Sai a emoção grossa e entra o sentimento real.
No ministério da Família: Sai o desentendimento e entra a compreensão.
No ministério do Trabalho: Sai a lamentação e entra a vibração.
No ministério da Energia: Sai a atrofia e entra o desenvolvimento dos chacras*.
No ministério do Sono: Sai a inconsciência e entra a lucidez contínua.
No ministério da Espiritualidade: Entra você (o Eu real) e sai o estranho (que você era antes).

— Companhia do Amor** —
A Turma dos Poetas em Flor.
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Texto extraído do livro “Companhia do Amor – A Turma dos Poetas em Flor – Vol. 1 – Edição do Autor – 2003.)

– Notas:
* Chacras – do sânscrito – são os centros de força situados no corpo energético e têm como função principal a absorção de energia – prana, chi -, do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.
Os principais chacras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico.
** A Companhia do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor.
Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.
Para mais detalhes sobre o trabalho dessa turma maravilhosa, ver os livros “Companhia do Amor – A Turma dos Poetas em Flor – Volumes 1 e 2” – Edição independente – Wagner Borges, e sua coluna no site do IPPB (que é uma das seções mais visitadas no site): http://www.ippb.org.br/index.php?option=com_content&view=category&id=78:cia-do-amor&Itemid=109&layout=default

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