Moderação dos comentários.

Prezados irmãos

Qualquer comentário com preconceito, discriminação ou radicalismo NÃO será aprovado, e consequentemente, será excluído.Este espaço é para agregar, praticar a tolerância, o conhecimento e o respeito.

Um fraterno abraço.

José Paulo

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Vamos ajudar esse jovem! Qualquer valor significa muito ! Salvem o Josué !

Conheço bem de perto a luta desse jovem que desde 2 anos luta pela vida !
Vamos ajudá-lo, por favor !
Um abraço
Semíramis Alencar
Vamos Ajudar Ao Josué!
Conheço a luta da Angela Maria De Almeida Almeida e de seu filho Josué faz muitosJo
anos. Josué é um jovem de 17 anos que desde doisanos de idade sofre de uma doença chamada Esofagite Eosinofílica, ele toma 18 medicamentos, dentre eles Losec mups, que é importado da Suíça e um suplemento alimentar importado da Holanda por conta das alegrias que tem aos componentes do leite e precisa muito de tomar uma vacina que custa 3.000 reais.
A família não dispõe de recursos. Eles moram no sul de Minas.
Que possamos contribuir com qualquer quantia, doações de medicamentos ou indicações de associações que possam ajudá-lo para que nosso querido Josué possa conseguir o sustento necessário para sua enfermidade. Acessem a Vakinha e deixem sua contribuição

Um abraço,
Semíramis 

Salve os Botos Cinza assinando a petição para pedir ao Prefeito Eduardo Paes aprovar a lei do vereador Carlos Eduardo

Conto com a ajuda de todos os companheiros de ideal para assinarem essa petição!!!

Prefeito Eduardo Paes : Salve os Botos Cinza aprovando a lei do vereador Carlos Eduardo

Esta petição está esperando pela aprovação da Comunidade da Avaaz.

Prefeito Eduardo Paes : Salve os Botos Cinza aprovando a lei do vereador Carlos Eduardo

100.000

55

55 assinaturas. Vamos chegar a 100.000

Por que isto é importante

Os botos cinza, que correm risco de extinção, estão a um passo de se tornarem patrimônio cultural material do Rio de Janeiro. Na bandeira oficial atual da cidade do Rio de Janeiro há o brasão com dois botos-cinza representados 

A Câmara dos Vereadores aprovou, em segunda e última votação, o projeto de lei do vereador Carlos Eduardo(SDD)que tomba o sotalia guianensis, nome científico do bonitinho e torna responsabilidade do poder público a sua preservação.

Agora a lei segue para a sanção – ou veto – do prefeito Eduardo Paes (PMDB)que tem 15 dias para decidir.

Se nada for feito, segundo os especialistas, os botos cinza deverão desaparecer até 2035. 

O mais triste é ver que esses últimos espécimes estão sendo mortos pela própria população, como é o caso do boto acerola, morto no último dia 15/06 à facadas.

O boto tinha marcas que indicam que foi capturado por uma rede de pesca e partes do corpo extirpadas com a ajuda de uma faca, segundo pesquisadores. A violência da morte do animal impressionou quem está acostumado a ver as agressões do homem contra a natureza.

Até quando, senhor prefeito Eduardo Paes, veremos atrocidades como estas acontecerem?

Portanto, para a proteção dos botos cinza, pedimos, encarecidamente ao prefeito Eduardo Paes, a sanção dessa lei de autoria do vereador Carlos Eduardo, em nome da cultura natural de nosso município. 

Atenciosamente, os abaixo-assinados

Qual o significado da roupa dos médiuns

Agradecimentos aos irmãos da Umbanda EaD que fazem um trabalho sério de informação e sistematização da Umbanda. Aprendo muito com vocês ! https://umbandaead.wordpress.com/2016/02/09/qual-o-significado-da-roupa-dos-mediuns/

Omolu 16Umas das maiores dúvidas do consulente quando se depara com sacerdotes e médiuns umbandistas são as roupas. E é de se entender essa curiosidade, afinal, em toda gira lá estão sacerdote e corrente mediúnica trajados em um branco impecável e bem-apessoados na indumentária. Mas, por que eles se vestem assim?

GUARDA ROUPA DIFERENTE

As roupas usadas nos trabalhos, não devem em hipótese alguma ser usadas em outras ocasiões. Por isso, os médiuns chegam a casa com as roupas habituais, e só no templo eles se vestem com os trajes adequados. Então, as vestes de trabalho precisam sempre estar separadas do guarda-roupa comum.

TUDO BEM LIMPINHO

Todas as roupas precisam ser previamente higienizadas. Nunca deve-se vestir algo que já tenha sido usado em outras giras, sem que estes passem pela lavagem. A razão disso, é que fazendo a assepsia da indumentária, o médium consegue eliminar energias e cargas negativas que podem ter se hospedado na roupa. Contudo, a roupa também deve ser lavada por questões de higiene, já que o médium trabalha a uma distância bem próxima dos consulentes.

TODAS AS CORES EM UMA

O branco é a cor oficial da Umbanda, não só por representar a paz, mas também pelo sentido que ele possui dentro dos fundamentos da religião. Uma delas é que o branco é o resultado da união de todas as cores refletidas, sugerindo assim o que é umas das premissas da Umbanda, a união das pluralidades em uma só crença. A cor também contribui terapeuticamente, auxiliando na concentração e inspirando bons fluidos. Além de que branco é uma das representações de Pai Oxalá, regente da fé e do sentido religioso na Umbanda Sagrada.
Assista: O que é religião? (link temporário)

TORÇO E FILÁ

Tanto torço como o filá tem como função proteger a coroa ou ori (cabeça) da pessoa que possui diversos significados dentro da umbanda e outras religiões. Sendo o mais comum, a explicação de que a cabeça é um ponto de contato entre o astral e a pessoa. Como se o médium recebesse a energia pela coroa para depois emanar aos consulentes.
Omolu 37Filá – homem/ Torço – mulherPara esses ornamentos também atribui-se a filtração de formas de pensamento e projeções mentais ruins, além de que seu uso pode significar respeito as forças divinas presentes no local.
É importante lembrar que essas são algumas considerações, mas que os significados podem variar de terreiro para terreiro. Mas, e ai? no templo em que você frequenta qual o significado dessas roupas? Para ficar por dentro do conteúdo do blog e das novidades da plataforma Umbanda EAD clique no botão seguir!
Texto: Júlia Pereira
Fotos: Arquivo ICA

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02/02 – Dia de Iemanjá

A majestade dos mares, Senhora da calunga grande (mar) também conhecida como Senhora da Coroa Estrelada ou Janaina (do tupi-africano) é a deusa do mar e protetora das mães e das esposas, representando a mãe que protege os filhos a qualquer custo, a mãe de vários filhos, ou vários peixes. Adora cuidar de crianças e animais domésticos.

A ela também pertencem a fecundidade e a proteção aos pescadores e jangadeiros.
A regência de Iemanjá em nossas vidas se manifesta naquela necessidade que temos de saber se aqueles que amamos estão bem,é a dor pela preocupação, é o amor ao próximo, principalmente em se tratando de um filho, filha, pai, mãe, outro parente ou amigo muito querido.
É a preocupação e o desejo de ver aquele que amamos a salvo, sem problemas, é a manutenção da harmonia do lar. Iemanjá é o Orixá que rege nossos lares, nossas casas.
É ela quem dá o sentido de família às pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto.
Ela é a geradora do sentimento de amor ao seu ente querido, que vai dar sentido e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos tornando-os coesos.
Rege as uniões, os aniversários, as festas de casamento, enfim todas as comemorações familiares. É o sentido da união por laços consanguíneos ou não.
Num Terreiro, Iemanjá atua dando sentido ao grupo, à comunidade ali reunida e transformando essa convivência num ato familiar; criando raízes e dependência; proporcionando sentimento de irmão para irmão em pessoas que há bem pouco tempo não se conheciam; proporcionando também o sentimento de pai para filho ou de mãe para filho e vice-versa, nos casos de relacionamento dos Babalorixás (Pais no Santo) ou Ialorixás (Mães no Santo) com os Filhos no Santo, portanto assim como Oxalá é o Pai da Umbanda e Princípio Gerador Masculino, Iemanjá é a Grande Mãe da Umbanda que ao juntar-se com Oxalá complementa-o com seu Princípio Gerador Feminino.
No Brasil, Yemanjá é um dos orixás mais populares e reverenciados do Candomblé, Batuque, Xambá, Xangô do Nordeste, Omoloko, Umbanda e mesmo por fiéis de outras religiões.
A tradicional Festa de Iemanjá no município de Salvador, capital da Bahia, tem lugar na praia do Rio Vermelho todo dia 2 de fevereiro. Nesta data, todos os anos, milhares de baia nos e turistas lotam as praias para reverenciar Iemanjá.
A tradição começou em 1923, com um grupo de 25 pescadores, que ofereceram presentes, para agradar a Mãe D’Água, pois os peixes estavam escassos.
Desde então, adeptos do candomblé, turistas e devotos formam filas imensas para colocar oferendas e pedidos nos balaios, que ficam na Casa do Peso. No fim da tarde, um cortejo com 300 embarcações leva pa ra alto-mar os balaios, carregados de presentes, pentes, espelhos, sabonetes, perfumes, flores e até jóias. Tudo o que possa interessar a uma mulher vaidosa. Dizem os pescadores que, se os balaios não afundarem, é sinal de que Iemanjá não os aceitou.
YEMANJÁ É GERADORA, É VIDA, pois é ela que nos traz oportunidades de crescimento em todos os sentidos da Vida. Os devotos fazem oferendas à Rainha do Mar, um dos títulos pelos quais Iemanjá é saudada.

Data festiva: 15 de agosto, 2 de fevereiro ou 8 de dezembro dependendo do Estado.
Saudação: Odô-fe-iaba! Odô-fe-iaba! Odô-fe-iaba!
Símbolo: Lua minguante, ondas, peixes
Sincretismo religioso: Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Glória,
Nossa Senhora dos Navegantes
Cores: branco cristalino ou azul claro
Instrumento: Abebé, um leque em forma circular prateado que pode trazer um espelho no centro
Pedra: Diamante – Água Marinha – Pérola
Ervas principais: Jasmim, Araticum-da-praia, Folha-da-costa, Graviola, Capeba, Mãe-boa, Musgo marinho encontrado nas pedras marinhas, Alcaparra, Colônia, Pata de Vaca, Embaúba, Abebê, Jarrinha, Golfo, Rama de Leite, Rosa branca, Malva branca, Flor de laranjeira entre outras.
Oferendas: Canjica branca, peixe, arroz-doce com mel, acaçá, pudim, manjar com calda de ameixa ou de pêssego, mamão, graviola, uvas brancas, melancia, melão, água de coco, mel, água salgada ou potável, champanhe clara e suco de suas próprias ervas e frutos, rosas e palmas brancas, angélicas, orquídeas, crisântemos brancos.
Ponto de força: Mar

20 de janeiro – Dia de Oxosse

20 de janeiro – Dia de Oxosse
Oxóssi é o orixá da fartura, o sustento, está nas refeições, pois é quem provê o alimento. É a ligeireza, a astúcia, a sabedoria, o jeito ardiloso para faturar sua caça. É um Orixá de contemplação, amante das artes e das coisas belas.

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Atribuições

Oxossi é o caçador por excelência, mas sua busca visa o conhecimento. Logo, é o cientista e o doutrinador, que traz o alimento da fé e o saber aos espíritos fragilizados tanto nos aspectos da fé quanto do saber religioso

Orixá das matas, seu habitat é a mata fechada, rei da floresta e da caça, sendo caçador domina a fauna e a flora, gera progresso e riqueza ao homem, e a manutenção do sustento, garante a alimentação em abundância, o Orixá

Oxossi está associado ao Orixá Ossain, que é a divindade das folhas medicinais e ervas usadas nos rituais de Umbanda.


Irmão de Ogum, habitualmente associa-se à figura de um caçador, passando a seus filhos algumas das principais características necessárias a essa atividade ao ar livre: concentração, atenção, determinação para atingir os objetivos e uma boa dose de paciência.

Oxossi na Umbanda

Oxóssi, na Umbanda é patrono da linha dos caboclos, uma das mais ativas da religião. No Candomblé brasileiro é um antepassado africano divinizado, filho de Yemanjá, protetor das matas, sincretizado com São Sebastião no Rio de Janeiro e São Jorge na Bahia. Diz o mito que Oxóssi era irmão de Omulu-Obaluayê e rei da cidade de Oyó, cidade da África sudanesa, de onde provém os povos nagô ( keto, ijexá e oyó) e mina-jeje.


Oxóssi é o caçador por excelência, mas sua busca visa o conhecimento. Logo, é o cientista e o doutrinador, que traz o alimento da fé e o saber aos espíritos fragilizados tanto nos aspectos da fé quanto do saber religioso.

O Orixá Oxóssi é tão conhecido que quase dispensa um comentário. Mas não podemos deixar de fazê-lo, pois falta o conhecimento superior que explica o campo de atuação das hierarquias deste Orixá regente do pólo positivo da linha do Conhecimento.

O fato é que o Trono do Conhecimento é uma divindade assentada na Coroa Divina, é uma individualização do Trono das Sete Encruzilhadas e em sua irradiação cria os dois pólos magnéticos da linha do Conhecimento.

O Orixá Oxóssi rege o pólo positivo e a Orixá Obá rege o pólo negativo. Oxóssi forma com Obá a terceira linha de Umbanda Sagrada, que rege sobre o Conhecimento.

  1. Oxóssi irradia o conhecimento e Obá o concentra.
  2. Oxóssi estimula e Obá anula.
  3. Oxóssi vibra conhecimento e Obá absorve as irradiações desordenadas dos seres regidos pelos mistérios do Conhecimento.
  4. Oxóssi é vegetal e Obá é telúrica.
  5. Oxóssi é de magnetismo irradiante e Obá é de magnetismo absorvente.
  6. Oxóssi está nos vegetais e Obá está em sua raiz, como a terra fértil onde eles crescem e se multiplicam.
  7. Oxóssi é o raciocínio arguto e Obá é o racional concentrador.
  8. Oxóssi é a busca, é a procura, é a curiosidade, é o movimento contínuo na evolução dos seres na apresentação de novos conhecimentos, de novos horizontes, etc.

Simbolicamente representamos Oxóssi com sete setas, que são as sete buscas contínuas do ser.Oxóssi expande, irradia e impele os seres.
Segundo as lendas, participou também de algumas lutas, mas não da mesma maneira marcante que Ogum.

No dia-a-dia, encontramos o deus da caça no almoço, no jantar, enfim em todas as refeições, pois é ele que provê o alimento. Rege a lavoura, a agricultura, permitindo bom plantio e boa colheita para todos.

Segundo Pierre Verger, o culto a Oxossi é bastante difundido no Brasil mas praticamente esquecido na África. A hipótese do pesquisador francês é que
Oxossi foi cultuado basicamente no Keto, onde chegou a receber o título de rei.
Essa nação, porém foi praticamente destruída no século XIX pelas tropas do então rei do Daomé. Os filhos consagrados a Oxossi foram vendidos como escravos no Brasil, Antilhas e Cuba. Já no Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos.

O mito do caçador explica sua rápida aceitação no Brasil, pois identifica-se com diversos conceitos dos índios brasileiros sobre a mata ser região tipicamente povoada por espíritos de mortos, conceitos igualmente arraigados na Umbanda popular e nos Candomblés de Caboclo, um sincretismo entre os ritos africanos e os dos índios brasileiros, comuns no Norte do País.

Talvez seja por isso que, mesmo em cultos um pouco mais próximos dos ritos tradicionalistas africanos, alguns filhos de Oxossi o identifiquem não com um negro, como manda a tradição, mas com um Índio.
Oxossi é o que basta a si mesmo. A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum, com quem teria mantido um relacionamento instável, bem identificado no plano sexual, coisa importante tanto para a mãe da água doce como para o caçador, mas difícil no cotidiano, já que enquanto ela representa o luxo e a ostentação, ele é a austeridade e o despojamento.

Bebidas e oferendas na Umbanda – Nikolas Peripolli

Segunda a história do Mestre Jesus na Bíblia Sagrada, um dia antes de sua prisão Cristo realizou uma ceia onde reuniu seus apóstolos proferindo as seguintes palavras:
Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
(1 Coríntios 11:24)
Este cálice (vinho) é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
(1 Coríntios 11:25)

Lendo estas belas passagens da Bíblia Sagrada, podemos entender em uma visão livre da Igreja Católica – e livre de qualquer Igreja que tem como base a Bíblia ou Cristo – que a Santa Ceia foi um ritual “Mágico” na qual Mestre Jesus ensinou aos apóstolos um ritual para que eles pudessem se conectar à força espiritual de Cristo que vos levaria a Deus.
Neste ritual, Cristo transforma o pão em sua carne e o vinho em seu sangue, ambos elementos sagrados que purificariam e uniriam seus apóstolos ao amor e fé do Mestre Jesus. Mas, olhando com atenção esse ritual, Cristo transforma simples alimentos em componentes mágicos, assim despertando o lado sagrado da vida, o lado sagrado do alimento, da bebida, da união.
Agora, com isso em mente, voltamos nossa atenção para os rituais de Umbanda e seus rituais tão criticados sem fundamento.
Temos as famosas e criticadas oferendas, na qual muito se fala em desperdício de alimento, que são oferecidas às Divindades (Orixás) para “n” motivos que os seres humanos necessitem no momento e, se assim posso me aventurar, associo as oferendas de alimentos ou as mesas feitas dentro dos Terreiros de Umbanda com alimentos que homenageiam os Guias como a Santa Ceia, pois o mesmo ato que Cristo teve ao consagrar aquele alimento aos seus apóstolos, também nós fazemos com os alimentos e bebidas em nossas oferendas; nós as consagramos aos Orixás, pedindo que irradiem suas energias vivas e divinas para que possam ser direcionadas em nossas vidas, nos trazendo paz, conforto, amor, entre outros sentimentos.
Mas também é importante frisar que toda oferenda ou mesa pode e deve sim ser aproveitada pela comunidade ou pelo Terreiro, assim não desperdiçando o axé ali imantado.
Da mesma forma que a oferenda foi associada à Santa Ceia, associo também a bebida que os Guias bebem com o cálice que Cristo ofereceu aos seus apóstolos. No momento que Cristo oferece o vinho a todos, ele consagra e transmuta o vinho, virando assim uma bebida purificadora e assim também é nos Terreiros de Umbanda, pois quando um Guia pega seu copo e faz seus rituais de consagração, nesse momento aquela bebida deixa de ter um significado pejorativo e passa a se tornar um líquido mágico, composto por energias fortes, capazes de purificar energias densas internas tanto do médium incorporado como do consulente em atendimento.
Não quero causar discussões com esse texto, pois os Guias de Umbanda bebem por um fundamento já difundido na Umbanda e não porque Jesus o fez. As oferendas por si antecedem o nascimento de Cristo e sempre foram um ritual de agradecimento que hoje na Umbanda também já é fundamentada e bem difundida no meio.
O que quero passar nesse texto é que o julgamento entre as religiões e seus rituais são fúteis e sem base no estudo, pois facilmente podemos conectar pontos de rituais, doutrinas e crenças, como fizemos na história da Santa Ceia com o que acontece nos Templos de Umbanda.
Nós, umbandistas, somos cristãos, pois seguimos e admiramos os ensinamentos de Cristo e, além disso, respeitamos todas as religiões. Antes de criticar qualquer ritual de nossa religião, olhe e estude a sua religião, pois muito do que se fala pode ser uma inversão de valores.
Por Nikolas Peripolli
Artigo Original em Bebidas e Oferendas na Umbanda

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Bebidas e Oferendas na UmbandaSegunda a história do Mestre Jesus na Bíblia Sagrada, um dia antes de sua prisão Cristo realizou uma ceia onde reuniu seus apóstolos proferindo as seguintes palavra…
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As flores na Umbanda – Adriano Camargo

Vamos falar um pouco sobre as flores, esses elementos da natureza cuja ação renovadora, regeneradora e filtradora, muitas vezes passa despercebida de nossa atenção.
Vemos as flores presentes nos rituais religiosos, de magia, nos preparos fitoterápicos e nos ritos fora das religiões, como motivos de alegria, comemorações ou saudade no caso dos ritos fúnebres.
Dentro do uso terapêutico, as flores tem também importância relevante. Basta lembrar da compilação da essência de flores, os famosos florais, em várias versões: Bach, Minas, Brasileiros, etc. De uma forma mais simples, podemos usar as flores naturalmente em nossos vasos ou em arranjos florais, em nossas casas como enfeites mágicos; poderosos limpadores, reguladores energéticos e filtros harmonizadores.
Quero destacar o uso das rosas, cuja energia viva de amor é sentida até pelos corações mais endurecidos. É sempre muito positivo ter vasos com rosas em casa, ou mesmo vasos de flores do campo ou crisântemos. Há sempre aqueles comentários populares de que crisântemos são flores que enfeitam a morte, portanto não devemos ter em casa. No entanto, eu digo o contrário: essa flor tem uma poderosa energia curadora, filtrando e curando toda energia enfermiça, transmutando-as em energia sutilizada, pronta a ser recolhida pelos canais astrais competentes.
Já falamos nessa coluna, mas sempre é bom repetir: uma magia só tem efeito quando consagrada. A magia se faz presente na simplicidade, e também no simples ato de decorar a casa com flores. Não custa nada ao colocar suas flores em sua casa, consagra-las às forças astrais superiores, dentro de sua crença, sua religião ou simplesmente à Mãe Natureza.
Um exemplo de consagração bastante simples é esse:
Espalme suas mãos sobre as flores, eleve seu pensamento ao Pai Criador, à Mãe Natureza, Mãe Terra, Mãe Água, às Divindades das Flores, aos Sagrados Gênios da Natureza habitantes das dimensões florais, e peça-lhes que consagrem essas flores para que elas sejam força viva, ativa e atuante em sua casa, filtrando toda energia negativa e transmutando-as em força de harmonia, cura, equilíbrio, paz e tranqüilidade. Assim seja e assim será.
Quando essas flores murcharem, nada de jogar no lixo. Separem suas pétalas e coloque-as num saco de papel (pode fazer alguns furinhos no saco para facilitar a ventilação), em local ventilado e ao abrigo da umidade. Depois de secas, são ótimas para banhos e defumações.
Algumas definições sobre flores (uso para banhos, defumações e adorno mágico):
Rosas brancas: a força da fé, cristalizadoras da religiosidade, fortalecem a intuição.
Rosas amarelas: a certeza, o caminho a ser seguido, fortalece as decisões.
Rosas vermelhas: a força do elemento feminino, fortalece a auto estima.
Rosas cor-de-rosa: ótimo filtro para locais em desarmonia, calma e resignação.
Calêndula: energia revitalizadora, também é um ótimo anti-alérgico.
Camomila: energia calmante, é um ótimo digestivo e clareia os cabelos.
É isso turminha, escrevam com suas dúvidas e sugestões, participem, pois esse espaço é de todos vocês!
Saúde, sucesso, muitas flores e muita magia natural!

Matéria original
http://umbandaeucurto.com/adriano-camargo/2014/ervas/flores-na-umbanda-uso-e-funcao/#.Vp6_z9QrLIV

Desabafo de um médium

Fonte: Umbanda Eu Curto

Escrevo este texto com o intuito de expressar as dificuldades que um médium iniciante passa no decorrer de seu caminho espiritual dentro da nossa Umbanda tão querida.  Nem tudo que descrevo aqui foram dificuldades que eu encontrei. Algumas eu aprendi através da “arte” da observação, vendo irmãos de fé passarem ou permanecerem nelas. Antes de relatar alguns fatos, quero explicar o que significa ser médium da Umbanda e o que eu entendo como “fazer parte de uma corrente”.  Já adianto que minha intenção não é julgar, muito menos criticar qualquer pessoa, mas sim expor meus sentimentos e pensamentos sobre o que tenho vivenciado e vejo dentro da nossa religião.

Cresci na religião, desde pequeno. Sabe quando as criancinhas ficam dentro da corrente, num cantinho? Pois é, era eu! Uma pestinha, inquieta, mas estava lá, acompanhava o ritmo do tambor, da maraca, os Pontos e até me embalava um pouquinho! A Umbanda faz parte da minha essência. Eu não sei viver longe dessa religião tão linda, que me ensinou e ainda me ensina tanto sobre a vida, não só física, mas espiritual também.

Não tem sentimento melhor do que saber que naquele dia vai ter sessão. Começa um ritual, de respiração, preparo, limpeza, organização, higiene, tudo! Que coisa boa!Isso tudo porque eu sei que, chegando lá, vou encontrar meus irmãos, amigos, conhecidos e até pessoas que eu nunca imaginei ver na vida. Pra fazer o quê? O Bem, a Caridade! Me doar, não só na matéria mas, principalmente, de coração e espírito para poder ajudar quem vai em busca de auxílio, uma palavra de conforto, uma energia que arrepia ou até mesmo um sorriso.Tem coisa melhor que isso? Não! Essa junção de pessoas, médiuns, todas estão ali com um mesmo propósito: ajudar. E isso, para mim, é uma corrente. O próprio nome já diz tudo: corrente, mantida por elos (os médiuns) que transmitem essa energia para quem precisa.  Ao menos, no meu humilde ponto de vista é isso que significa pra mim.

A fase de início de um médium talvez seja a fase mais difícil no seu caminho dentro da espiritualidade. Tudo é novidade, o médium tende a ficar ansioso, com medo e receio. Passa um turbilhão de coisas na cabeça de um médium iniciante e ele ainda precisa manter a concentração, saber a hora certa de se entregar e manter o laço espiritual criado firme e forte. Nossa! Quanta coisa, né!? Se todos soubessem como é difícil passar por esse momento, não fariam cara feia para o médium depois que ocorre a desincorporação, não olhariam torto para ele. É um momento de descoberta, novidades, onde, aos poucos, ele vai se doando cada vez mais, deixando o Orixá tomar conta da matéria e mostrar sua personalidade, jeito de agir, caminhar, tom de voz, etc.Um médium iniciante tem de lidar com tantas coisas em sua cabeça ao mesmo tempo, que, às vezes, é preciso ter uma maneira mais delicada, sutil ao dar um conselho, até mesmo repreender alguma atitude do médium ou da própria entidade. É preciso ter paciência com médiuns novos, não importa se você tem que ter uma conversa, duas ou quantas vezes forem necessárias; se o erro não acontece por “maldade” do médium, é preciso ter paciência por parte dos irmãos e dirigentes da Casa.

Muitas são as razões que fazem um médium iniciante deixar o seu caminho espiritual de lado: medo de estar se passando pela entidade, confusão em função da incorporação ser praticamente consciente, represálias, pressões e até mesmo inveja.Sim. Inveja! E de onde ela vem? Dos próprios elos dessa corrente mediúnica. Ao passo que um médium vai se “firmando” com determinada entidade, essa vai agindo de acordo com seu modo específico de “trabalhar”. Algumas entidades são mais quietas, reservadas, outras são mais agitadas, se movimentam mais, estalam dedos, puxam Pontos junto ao tamboreiro, puxam rezas e orações, dão conselhos. Outras já não falam tanto, ficam no seu espaço, algumas até “entram mudas e saem caladas”. Mas isso é particular, cada entidade tem o seu modo de chegar, trabalhar e retornar para o seu campo espiritual de trabalho. Infelizmente alguns médiuns não entendem que o modo particular de trabalho de seu Guia é o que o torna tão especial e bonito, e acabam por desejar, inconscientemente, que seu Orixá fosse como o do seu irmão. Como se já não bastasse a inveja, presente em algumas correntes, ainda tem espaço para desafetos entre companheiros de trabalho, arrogância, fofocas e picuinhas.Tá, mas e a corrente? Não é constituída através de elos de ligação? Onde devem ser transmitidas boas energias e bons sentimentos? Como pode ter espaço pra esse tipo de sentimentos?

Pois é. Infelizmente, eu não sei responder a esssa perguntas.Ufa! Já pensou passar por tudo isso sem estremecer? É praticamente impossível. Aos irmãos de fé que lerem esse desabafo, sejam eles iniciantes ou já desenvolvidos há um bom tempo, peço que pensem e repensem antes de tomar qualquer atitude equivocada.Peço que reflitam o seu propósito dentro dessa religião tão linda, que é a nossa amada Umbanda. Que reflitam a maneira que estão tratando o seu irmão de trabalho espiritual. Por último, vou encerrar dizendo que a Umbanda é muito mais do que se pode ver e sentir. A Umbanda faz parte de nós.Precisamos trazer conosco um pouco do que cada uma das Sete Linhas e dos “Pais e Mães” nos oferecem. Temos que ter a humildade de um Preto Velho, a inocência de uma Criança, o amor de uma Mãe e a responsabilidade de um Pai, a liberdade de um Cigano e até a malandragem de um Exu.

Saravá, Irmãos de Fé!

Texto-desabafo enviado por Gabriel Huff Marques, produzido em 17/08/2015

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!

O CRISTO

O Cristo simboliza o ponto em que Deus e o Homem se tornam um só. É o símbolo da união divina. Neste ponto o homem está completamente livre da prisão da matéria e da roda das sucessivas reencarnações. Cristo e Buda possuem o mesmo significado filosófico. Sendo que um foi criado pelos extremos orientais hindus e o outro pelos místicos hebreus, que pregavam o Merkabah (carruagem) que era a carruagem que levava o homem ao encontro de Deus.
O Judaísmo sempre foi muito complexo e em sua sociedade existem várias escolas, pregando as mais diversas filosofias. Cada grupo influenciado por várias outras correntes da palestina: Mitraismo, Zoroastrismo, Osiris, Horus, Helenismo, Romanismo, Hinduismo, Gnostico, etc…. . Havia também os materialistas, os que pregavam a aplicação literal das escrituras. Entre estas escolas estão os Essênios, Fariseus e Saduceus. Cada grupo deste subdivido em vários outros subgrupos. Cada um pregando uma forma de conduta, da mais permissiva as mais revolucionarias.
Havia nas escrituras uma referencia a um Cristo, um Messias, pregado nas profecias de Daniel e de Isaias. Sobre a figura deste mítico Messias pairavam as mais diversas especulações, para uns seria um líder revolucionário que livraria os Judeus do jugo de seus inimigos Romanos e governaria o Reino de Israel de forma Justa. Para outros se tratava de um líder místico, o Buda Judaico. Provavelmente os Cristãos Primitivos nasceram desta idéia, de acordo com os Manuscritos de Quaram. Desta escola eram os Essênios e suas variantes:
Havia grupos que também acreditavam no meio termo: O Cristo Místico e o Messias Revolucionário, um rei-sacerdote, que livraria Israel de seus inimigos pela força. Indícios nos levam a crer que o Homem que ganhou o nome de Jesus, o filho do homem, de acordo com o profeta Daniel foi um líder místico de uma destas escolas e que desagradou às tendências judaicas mais permissivas e mancomunadas com os romanos, além do próprio governo romano.
Esse Homem (Jesus) é o Cristo por excelência para nós, pois é o Governador do Planeta Terra, o Logos Planetário, Espírito Puro, já chegado à condição crística, unindo-se ao Seu Deus e Criador e cooperando com Ele na obra da criação.
Tomé (o gêmeo) perguntou a Jesus como conhecer o caminho para também ser uno com Deus, ele respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem (verbo indicando que ele já está ao lado do Pai) ao Pai a não ser por mim. Isso quer dizer que o comportamento justo, digno, humanitário e social é o caminho da união com Deus. Esse mesmo caminho que tantas filosofias religiosas sérias pregam. Como a Umbanda, o Budismo, Hinduísmo, etc… Não é a religião que leva ao Pai e sim o comportamento, a postura humana que eleva o ser humano.
Na Umbanda, a figura do Cristo místico, uno com o Pai, com toda sua bagagem filosófica cristã é base essencial de sua Doutrina. Jesus é, para o Umbandista, o Filho de Deus que como Governador, Cristo Planetário da Terra, derrama de Suas mãos amorosas as 07 Vibrações Sagradas e Divinas, com suas regências e hierarquias, sobre o Planeta Terra. Ele, o Senhor Jesus Cristo, reflete diretamente sua Luz sobre a Vibração de Oxalá, que irradia a Fé e a Religiosidade no nosso Planeta. Não se deve confundir Oxalá, regente da Vibração da Fé e da Religiosidade, com Jesus, o Cristo Senhor, Divino Senhor da Luz, que muitas vezes, erroneamente, também é chamado de Oxalá.
Oxalá é o Orixá do ar e está presente em toda parte. A condição humana a que Oxalá está ligado é a sabedoria, a paciência, a paternidade. O nome Oxalá significa literalmente Senhor do Branco. Jesus e Oxalá não são a mesma Entidade. Enquanto um é a irradiação da Fé para o Planeta Terra, Jesus é o Cristo Cósmico, o Verbo de Deus, Governador do Planeta e Logos Planetário da Terra. Ele, abaixo de Deus, é o Senhor Absoluto do nosso Planeta e de todos os espíritos encarnados e desencarnados aqui existentes, conduzindo-os pelos patamares da evolução.
Sua encarnação na Terra como Jesus de Nazaré visou precisamente nos ajudar na subida dessa íngreme escada evolutiva em direção da felicidade suprema em Deus. Por isso o nosso Cristo, em Jesus de Nazaré, tornou-se nosso Mestre Divino.
A importância da filosofia cristã para a Umbanda é fundamental e está na base de suas raízes, pois nos leva ao amor e respeito a Deus, à natureza e ao semelhante, bem como a ajuda ao próximo. São atributos essenciais para o bem viver social. Isso é o que permite que, apesar da imensa variedade de vivências e formas de entender e trabalhar na Umbanda, nenhuma delas perde o essencial, que une todas em torno da sua finalidade, que é a sua essência: Caridade, equilíbrio, fraternidade e paz da religião.
Na Umbanda, religião espiritualista cristã, Jesus é o Mestre espiritual, nosso modelo de espírito consciente de suas responsabilidades e deveres para com o bem comum. É o símbolo vivo, dinâmico, da espiritualidade, e sua presença na Umbanda é vital para conhecermos o caminho, a verdade e a vida, através de sua filosofia deixada e encontrada facilmente nos Evangelhos. A Umbanda não é Catolicismo, mas é Cristã, já que a figura de Cristo é essencial aos nossos ideais espirituais de trabalho.
Jesus é o Mestre umbandista que está sempre no alto do Congá, olhando nossos trabalhos, nos ajudando e se deixando ver, para que saibamos que não estamos sozinhos e desassistidos da ajuda divina.
Salve Oxalá,
Abençoe-nos,
Jesus Cristo.
Saravá Umbanda.
Espiritualizando Com A Umbanda: Oxalá é Jesus?

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Espiritualizando Com A Umbanda: Oxalá é Jesus?O CRISTO O Cristo simboliza o ponto em que Deus e o Homem se tornam um só. É o símbolo da união divina.
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